Clareira

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Clareira

Mensagem por Emily Lisbeth Stoker em Sex Jul 20, 2012 4:16 pm

clareira


Comumente conhecida como Clareira de Poppet, é onde a mentora do Distrito 7 dá aulas clandestinas para os futuros tributos. Poucas pessoas sabem da clareira, pois ela se encontra além da floresta densa. Os pacificadores são muito bem pagos por Poppet para deixar os alunos dela passarem. É um local aberto, arejado, e possui um pequeno galpão cheio de armas de treinamento. Os treinos são feitos ao ar livre.

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Re: Clareira

Mensagem por Penélope Murray em Sab Ago 18, 2012 11:12 pm

TRENIOS!,



1º Dia : Lutas Corporais.





Se eu falasse que estava empolgada estaria mentindo,eu não estava, queria dormir mais e mais, sabia que grande parte daqueles carreiristas morreria logo de cara na Arena e se um se saísse bem seria ótimo, como eles podiam ser que nem o vencedor da última edição, cheio de garra por massacre, ou seja lá o que movesse o Deisler, mas que os carreiristas do D7 pelo menos tivessem mais garra.

Eu estava no centro do ringue improvisado na clareira, os tributos iam chegando aos poucos. - Andem! Não tenho o dia todo pra vocês . - Esbravejei. - Comecemos pelos combates contra o amigo pacificador aqui cedido pela Presidente. - Sorri olhando o homem atrás de mim. - Vamos lá quem é o primeiro? - Olhei a todos curiosa e a espera do primeiro



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Re: Clareira

Mensagem por Mackenzie Follyschmidt em Dom Ago 19, 2012 9:52 am

I'm the Evil
I'm a serpent 'til I'm drop, I'm always gonna win. I am the only queen.

Felicidade é um estado, e não um destino. Por isso estou aqui. É meu dever treinar, e não morrer nos Jogos Vorazes, é por isso que existe alguém chamada Poppet, aquela doida que posso ver berrando á minha frente. Me pergunto se tenho medo dela. Não, provavelmente é uma repulsa. Porque sinto que ela é um tanto louca demais para a minha mente controlada.
Nós estamos na floresta. Uma densa floresta, cercada por árvores, claro, e estamos em uma clareira. Eu não gosto de clareiras. Prefiro o escuro, coberta pelas árvores e por suas sombras. Mas não dá para treinar com plantas no caminho, acho que por isso este lugar existe. Também me pergunto se a grande Capital sabe que nós estamos aqui. Como Poppet disse, a presidente cedeu aquele cara musculoso parado bem na nossa frente, portanto, deve saber. Aquela é outra louca. Parece que gosta de massacres, e gente morrendo. Então vamos dar um show a ela.
Me adianto. Poppet vira para mim e não consigo ver se há um sorriso em seu rosto, pela visão periférica. Tudo o que faço é indicar um canto ao pacificador, e ajustar minhas luvas. Apesar de ser uma carreirista, quebrar as unhas estava fora de cogitação. Eu tinha levado muito tempo para parar de roê-las. Enfim, começo meus movimentos.
Não sou o tipo de criança com que se deva mexer. O homem tenta me acertar com um soco perto da orelha direita, mas desvio para baixo e o acerto na barriga. Ele era forte, mal sentiu, ainda mais com aquele uniforme. Mas acho que a intenção era apenas mostrar a mentora ao lado como se luta bem, e não machucá-lo. Ele bufa, provavelmente frustrado por receber um golpe tão de início, ainda mais por alguém com um rosto de boneca feito o meu.
Relaxo os ombros, e começo com as pernas. Ele tenta me virar outro soco, desta vez, de baixo, pronto para acertar meu queixo, e quase consegue. Na verdade, consegue mas de raspão. Olho furiosa para ele, e vou alguns passos para trás, deferindo em sua perna uma rasteira. Eu gosto de rasteiras. Infelizmente não foi forte o bastante, porque ele apenas dobrou o joelho, sentindo alguma dor. De joelhos dobrados, ele tenta se levantar, mas percebo seu ponto fraco. Pelo menos agora, eram as pernas. Junto minhas mãos e vou para mais perto dele, o atingindo no queixo com o joelho. Depois, dou um soco em sua face, do lado direito, e outro do esquerdo, com a minha força média. Então, tudo o que preciso fazer é lhe dar um outro chute, desta vez, com o pé em seu peito, para impossibilitá-lo de vez. Aquilo tudo foi muito rápido. O homem caiu.
Não sabia se era o bastante, e nem queria saber. Haviam outras pessoas para treinar. Lembre-se, Mackenzie. A felicidade é um estado, e não um destino. Pensei comigo mesma, olhando para o resto dos alunos. Reviro os olhos e volto para o meu lugar, parando antes para estender a mão ao homem e lhe pedir desculpas com os olhos. Mas, ao ver os olhares de Poppet, não pude deixar de desdenhar. Que vergonha perder para uma distrital como eu, senhor. Falo, com um sorriso carregado de malícia.
Volto para o meu lugar. Sabia que aquilo duraria horas a fio.
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Re: Clareira

Mensagem por Susan t'Larien Danglard em Dom Ago 19, 2012 6:48 pm


Training
'Cause everyone knows we're strange, so why do you feel ashamed?



Susan andava lentamente pelas alamedas da floresta. Sentia-se tensa, como se estivesse se preparando para uma guerra, o que não deixava de ser uma verdade absoluta, pensava entediada. Era a primeira vez que se dispunha a ir aquele lugar secreto onde prováveis tributos do D7 treinavam com sua mentora um pouco louca e desconcertante, Poppet.

Apenas o vento assoviava por entre às árvores que margeavam toda a extensão da propriedade. Ele soprava do sul, não muito veloz, mas o suficiente para despenteá-la.
Com as mãos dentro dos bolsos das calças, a menina aproximava-se de seu destino, tentando esvaziar a mente que trabalhava loucamente, por entre seus lábios róseos ela cantarolava initeligivelmente alguma velha canção, tentando acalmar-se.

Ao finalmente cruzar os limites que delimitavam a borda da clareira, Susan descansou apoiando-se no tronco de uma árvore, observando e absorvendo o que Poppet dizia, ou gritava às crianças que ali se juntavam, instintivamente olhando em volta, não queria realmente pensar em ter algum deles como inimigo. Assoviando, ela observou a primeira garota adiantar-se e, com facilidade, derrubar o musculoso pacificador, deixando-o um tanto surpreso e mais ainda raivoso. Algumas das crianças riram ou fizeram sinal de respeito, meneando a cabeça levemente.

Bem, se Sue tinha que fazer isso, que fosse logo, pensou começando a andar em direção ao homem que se levantava com os olhos faiscantes de raiva da pequena que lhe derrubara tão facilmente.
Ela o olhou e a garota fez um gesto amplo com o braço direito, do tipo “Acho que vamos treinar juntos, né?”, um leve sorriso brincou em seus lábios antes que ela atacasse, leve como uma gazela.

Ela tomou alguma distância, cerca de 1 metro e meio do rapaz, colocando-se em posição de ataque/defesa. Sentia falta de alguma arma, algo como um escudo ou uma espada, mas teria que se virar com seus punhos.
O pacificador a atacou, talvez ressentido por ter sido derrubado por uma menina que teoricamente deveria ser mais fraca ou menos preparada que ele. Seu punho ameaçadoramente em riste, mirando seu rosto delicado e rosado.

Dois passos e estaria fatalmente perto de Sue, que bloqueou seu ataque com o próprio braço direito, com o impacto, a garota foi ligeiramente jogada para trás, um passo e meio ao que se poderia considerar. Susan, por sua vez, cobriu a distância rapidamente, antes que ele tivesse o bom senso de voltar a posição de ataque e o golpeou com o punho esquerdo diretamente no queixo, rapidamente virando-se de perfil, dando com o cotovelo esquerdo no peito do homem que urrou surpreso.

Ele rosnou, afastando-se mais três passos e estudando-a. A garota tomou mais uma vez sua posição de ataque/defesa, com os pés afastados 80 cm, com os punhos preparados na posição inicial, mão direita logo abaixo do próprio queixo e a esquerda, 15 cm longe do rosto.

Dessa vez a pequena atacou. Indo em ziguezague em direção ao homem, jogando terra com os sapatos gastos, na tentativa de enganá-lo quanto ao ponto em que iria atacar. Quando próxima, aproximadamente dois passos e meio, o pacificador investiu em sua direção, com uma sequência rápida de chutes e socos, que eram desviados com graciosa habilidade por Susan, quase sendo atingida por uma dupla de soco de direita e rodopio com chute de perna esquerda. Ataque este que a surpreendera, fazendo-a abaixar-se sobre os joelhos, deixando todo o tronco sobre as pernas, numa posição estranhamente deitada.

- Isso realmente não foi legal. – disse a pequena enquanto se endireitava rapidamente.
Cobrindo a distância que restava, Susan jogou o lado esquerdo de seu corpo contra o rapaz, empurrando-o com o próprio corpo onde podia alcançar, o que era na altura do peito. Empurrando-o para trás cerca de três passos, com um baque surdo.

Aproveitando-se da momentânea surpresa que o tomara, Sue mais uma vez cobriu a pequena distancia que os separava e, com o punho direito atingiu-lhe no rosto, enquanto que com o esquerdo, o atingia no lado, na altura das costelas.
Uma sequência de socos seguiu-se rapidamente, enquanto o homem tentava segurá-la pela força bruta.
Qualquer um poderia ver que Susan não era das mais fortes, mas era bem rápida, o que não deixava de ser uma habilidade memorável naquela situação.

Com medo de ficar cansada demais, ela desejava acabar logo com a luta. Respirando fundo, em meio a um dos golpes, ela viu de relance os olhos do homem, antes de, com o joelho, usar um golpe muitíssimo conhecido por mulheres espertas. O velho golpe nas partes baixas, derrubando instantaneamente o pacificador.

Sinto muito por isso...” disse quase sinceramente, sem querer parecer presunçosa.
Sabia que ele ficaria algum tempo incapacitado de levantar-se, sabia também que aquilo não era convencional, mas que funcionava.
A menina olhou para a mentora, insegura. Esperava que isto tivesse causado algum impacto no que ela pensaria sobre ela. “Um bom impacto Susan...” pensou consigo, tirando os cabelos do rosto enquanto voltava para seu lugar.

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Re: Clareira

Mensagem por Malleditk Pavlov em Ter Ago 21, 2012 3:30 pm

SEGUNDA PARTE DOS TREINOS ADIADA, ATÉ PELO MENOS MAIS UM CARREIRISTA POSTAR!
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Re: Clareira

Mensagem por Matthew A. Carter em Qui Out 04, 2012 11:36 am

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I Never Let You Go
The time is coming


Eu não sabia que haviam pessoas na clareira. Eu costumava treinar na floresta, pegando os machados da casa do Lenhador e lançando-os em diversas direções, por isso me dirigi á clareira que eu costumava frequentar. Mas não no horário que estou agora. É diferente, um grupo de crianças, adolescentes de 12 á 18 anos, provavelmente de 14 para cima. E havia uma mulher, que eu não reconheci de imediato por estar de costas para ela, observando uma... luta!

O pior, o uniforme eu consegui identificar de imediato. Claro! vestes brancas justas, tão brancas que era o único ponto que me chamava a atenção ali. Um pacificador. Eu não o reconhecia, e também o via tentar desferir socos contra uma menina sem sucesso, mas logo ela consegue derrubar a autoridade. Eu arregalo os meus olhos, nunca pensei que pudesse ver uma coisa assim.

Logo depois, a menina ainda o humilhou, e logo depois que ela se afastou, uma outra garota tomou o seu lugar. Era óbvio, eles infringiam a lei assim como eu, mas em grupos, é claro. Pensava se poderia participar, observando tudo aquilo, e ao ver com mais nitidez o rosto da mulher, eu a reconheci como a Mentora do distrito 7, a vencedora de uma das edições dos Jogos Vorazes.

Não me surpreendi por ela estar treinando os outros futuros tributos, e enquanto a garota ainda lutava contra o pacificador, resolvi me apresentar. Eu estava suando, uma regata branca que em contato com a água transpirada ficava transparente. Usava também calça jeans surradas e botas de lenhador, além de algumas luvas protetoras. Eu segurava o machado onde eu achei na casa do Lenhador, se me avistassem, achariam que eu os flagrei e me sentiria obrigado á guardar segredo ou teria a minha morte certa, mas não foi bem assim.

Me interessei pelos treinos, e ao ver a garota derrubando o Pacificador com um chute baixo, eu não aguentei o riso, e me pronunciei, largando o machado e me aprofundando na clareira. Eu tinha as minhas habilidades de luta, algumas que eu aprendia sozinho para a minha própria defesa, e que agora tentaria levar em prática. Me aproximei da mentora do distrito e a olhei em seus olhos, tentando passar determinação em fazer um treino com a mentora.

- Eu quero entrar nesse treino. - Falei, e olhei de relance para o Pacificador. Deveria estar lutando contra uma outra garota. - Pretendo vencer os Jogos caso eu for escolhido, e não quero estar despreparado ou ser um alvo fácil. Não quero morrer lá. - Falei, e não esperei resposta da mentora para entrar no meio dos carreiristas, estava disposto a treinar com qualquer um e ser o vitorioso da 102° ou 103° Edição dos Jogos Vorazes.

Esperei impaciente, o Pacificador ser derrubado e derrubar algumas pessoas não capacitadas para ser um dos carreiristas, até que chegasse a minha vez. Ele não parecia ter nenhum ponto fraco, a não ser que eu me inspirasse nas meninas e desse um chute baixo no Pacificador. Mas achariam que eu seria algum tipo de cópia e que nem mesmo eu iria gostar de me ver copiando as outras meninas. Queria desenvolver a minha capacidade de luta e não um nocaute instantâneo, era um treino, afinal.

Fiquei em posição de combate. Meus braços á altura do torax e minhas pernas separadas, a direita da frente e á esquerda atrás. Meu tronco curvado para disferir ataque na horizontal. Ele teria problemas em lutar com alguém do seu tamanho, embora a rapidez das meninas fosse mais eficaz e elas pudessem se esquivar dos ataques com facilidade. Eu tinha minha própria estratégia, técnicas medicinais que eu aprendi com minha mãe para desnortear ou nocautear.

O pacificador iniciou a luta. Ele desferiu um golpe direto, tentando acertar o meu rosto frontalmente, sendo algo bem eficaz para quem não soubesse como se defender disso. Coloquei o meu braço direito á frente do meu rosto com a palma de minha mão aberta virada para o Pacificador. Ele esperava que eu bloqueasse, mas eu apenas desviei o ataque do pacificador para uma outra direção.

Com a outra mão, o pacificador tentou um soco no estômago. Com a mão esquerda, tentei pegar a mão do Pacificador enquanto dava um passo para trás, o soco foi detido, e isso foi o bastante. Me abaixei curvando os joelhos, e soltei a mão do pacificador enquanto girava o meu corpo em torno de meu eixo, esticando a perna direita, dando um chute na canela do Pacificador e fazendo-o perder o equilíbrio por alguns instantes. Minha vez.

Me levantei rapidamente com agilidade, e dei um soco em seu estômago para causar uma dor nos orgãos do Pacificador. Logo depois, abri a mão direita em palma, e dei um ataque do lado das costelas com a lateral da mão, fazendo com que ele esticasse o corpo em direção ao ataque na lateral, inclinando-se para o lado.

Fechei as duas mãos em punho, e dei um forte ataque com as mãos nos dois ouvidos do pacificador, desorientando-o. Isso foi o bastante para fazer com que ele ficasse tonto e caísse no chão, mas dei uma ajudinha dando um chute em seu peitoral, não muito forte, para derruba-lo no chão sem nenhumas dificuldades. Consegui ver o rosto enrubescido do pacificador, misturado com raiva e sensações ruins em relação ao corpo.

Fui para o canto da clareira, sem trocar nenhuma palavra com o pacificador, e esperei que a Mentora nos dispensasse. E também queria que ela desse valor á todos nós, sei que estamos aqui porque não queremos perder nossas famílias e iriamos lutar por isso, literalmente.


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