Pós Colheita

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Pós Colheita

Mensagem por Emily Lisbeth Stoker em Sab Mar 09, 2013 1:22 pm

Panem
Colheita
____________________________________________________________________________________________________

- Certifique-se de que leu TODAS as regras de postagem na Colheita.
- Certifique-se de que sua inscrição esteja correta.
- Verifique erros ortográficos e detalhes importantes.
- Revise sua postagem.

A postagem na colheita deve ser feita com base em;

x São os primeiros Jogos desde a Paralisia por 4 anos, então, toda a população está mal com isso, desolada.
x Seu personagem deve se encontrar no SEU DISTRITO.
x Sua postagem deve conter; saída, chegada na Colheita, a coleta de sangue para identificação e o começo do sorteio.
x A postagem deve PARAR no momento em que o representante da Capital (NPC - livre) abre o papel.
x Serão DESCONSIDERADAS postagens que possuam a descrição e sorteio dos dois tributos, masculino e feminino.
x Caso alguma postagem fuja dos padrões, regras ou afins, será também desconsiderada;

Postagens válidas até segunda feira, 11 de março às 23:59 (Horário de Brasília)

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Re: Pós Colheita

Mensagem por Sammi C. Scarllat em Sab Mar 09, 2013 2:14 pm


------------------------------------ PESSIMO DIA ------------------------------------------
Eu abri meus olhos, tudo estava muito claro. Luzia aquela anta devia ter deixado minha janela aberta novamente, ela sabia o quanto isso me irritava, fazia de propósito só para me irritar aposto!
Minha mãe já estava acordada como sempre, ela adorava ficar na janela vendo o trem bala que passava a algumas casas perto da nossa, acho que era porque isso lembrava meu pai Phillip, fiquei em silencio e apenas olhei o sol vindo de encontro a seu rosto.
Luiza havia deixado uma roupa preta em cima do sofá, 4 anos sem Colheitas e agora elas voltavam para nos infernizar novamente como se os últimos anos não fossem o suficiente de tortura mental e física, fitei a roupa escura com bordados do mesmo tom de cor...eram de Marrie a alguns anos atrás.
-Pra que isso? –perguntei sem olha-lá nos olhos.
-Roupa! –respondeu ela mais como se gritasse o obviu.
-Uau! E eu que pensei que você uma arma. – falei sarcasticamente.
Depois de alguns minutos de bate boca decidi que não devia ficar reclamando, aquela briga não daria em lugar nenhum mesmo, peguei a roupa e caminhei ate o banheiro.
Depois de um longo banhou e uma troca de roupa lá estava eu de frente ao espelho apenas visualizando minha imagem, antigamente todos diziam que eu parecia com Marrie mais hoje eu podia ate ser chamada de gêmea dela. Altura, Cor dos cabelos, tudo menos o sorriso.
Aquele era meu sorriso mau enquanto o dela sempre foi o mais puro de todos.

------------------------------------ A COLHEITA ------------------------------------------

sabe, quando se mora no Distrito 06 tudo parece bem calmo ate mas dessa vez todos estavam extremamente igualmente antigamente, depois de 4 Anos sem Colheita aquela maldita Capital resolve voltar a fazer de nossas vidas um inferno novamente.
Varias mães seguravam seus filhos nos braços enquanto choravam, isso com certeza a Capital não mostrava em suas “telinhas”, caminhei ate a fila de 15 Anos de idade. Algumas garotas atrás de mim comentavam o fato de eu ser uma Scarllat e de como a Capital amava marcar os filhos de Rebeldes.
Olhei para trás com um olhar ameaçador, rapidamente elas ficaram quietas o que prova que perceberem que eu havia ouvido seus comentários tão afetivos a minha pessoa, a Morena de cabelos claros ficou quieta no momento mais logo em seguida quando eu me virei ela começou a comentar novamente sobre a minha fama.
Estava pronta para socar-lhe o nariz quando foi a minha vez para a coleta de sangue para identificação, eu já disse que odiava que me furassem com aquelas coisas? Pois odiava, e acho que foi por isso que a mulher fez questão de me furar com mais força.
Sai dali e comecei a andar ate onde deveria ser a fila dos adolescente de 15 Anos, algumas garotas pareciam assustadas o que não e novidade ate porque quem ficaria feliz em voltar para aquele inferno de uma hora para outra, a trança embutida que Luiza havia me feito a algumas horas atrás aprecia discutir com a minha cabeça, ela havia apertado demais. Aposto que havia feito de propósito.
Pisei a minha sapatilha fundo no asfalto e apenas esfreguei-o no chão com força o suficiente para ouvir o barulho de borracha, logo aquelas meninas chegaram novamente perto de mim, eu tinha mesmo que aguenta-las? Ah, okay...sem brigas... ate o final da Colheita.
Antes que pudesse pensar em algo uma voz me tirou dos pensamentos maus, uma mulher de cabelos Violetas com Verde Limão subiu ao palco, ela parecia um tanto quanto feliz e animada (claro ela era paga pra nos ver sofrer).
Depois de alguns minutos finalmente o microfone começou a pegar, a mulher parecia impaciente e nos nós divertíamos com seu momento “vou matar com blush o primeiro que não arrumar esse microfone!”
Finalmente a musica irritante daquele filmezinho começou a ecoar pelos monitores montados, a imagem da Capital, A voz chata e irritante e aquela velha e chata historia dos dias escuros e de como o mundo de Panem havia sido salvo por uma alma extremamente bondosa que só queria matar duas crianças a cada ano.
Eu não prestei atenção, estava ocupada olhando todos ali, pais chorando, filhos com medo e crianças de 12 a 13 anos apavoradas.
A mulher baixinha de salto alto quase maior que ela e cabelos tão claros quanto uma lâmpada sobe ao palco novamente e dessa vez infelizmente o microfone voltou a pegar, sinceramente preferia quando o microfone não estava pegando pois sua voz era quase tão irritante quanto o barulho dele.
A mulher deu um sorriso falso e caminhou ate a primeira urna, ela rodou sua mão dentro dela duas ou três vezes e puxou um papel, meu coração parou como se tivesse levado um tiro e tudo que consegui pensar foi: “E se realmente os Scarllat’s forem perseguidos pela Capital por terem sido Rebeldes?”
Engoli em seco e apenas fitei o papel com medo de saber o nome.

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Re: Pós Colheita

Mensagem por Bryan L. Ford em Dom Mar 10, 2013 8:44 pm





A Colheita


- Acorda Moleque! Você têm que ir para a colheita! - Uma voz grossa e rabugenta de um velho porco me chama. É claro, acompanhada de 'pequenas bicudadas' em minhas costelas.

Levantei colocando meu chapéu na cabeça, tirando a palha da minha roupa. Minha cabeça doía, eu devia ter exagerado na noite passada. Olhei para o cavalo que estava ali e sorri levemente, acariciando sua crina. Saí rumo a praça principal do distrito, que é onde acontece a colheita e tudo o mais. Vi algumas pessoas, com suas famílias, todos com caras de medo e espanto, arrumadinhos, como se fossem para um evento que realmente fosse importante. Eu estava mal vestido por assim dizer. Minha bota estava suja, minha calça jeans rasgada nos joelhos, e minha jaqueta de couro estava suja de sangue de frango (Trabalho no Abate de Frangos).

Todos pareciam bastante tristes com a volta dos jogos. Mas eu estava quase dando pulos que meu programa favorito ia começar novamente para tirar todo tédio que é essa vida nesse distrito sem graça. Com passos apressados, estava ansioso para ver logo quem seriam os tributos, cheguei até a praça. Lá estava LOTADO! Vários menininhos chorando, adolescentes tentando ser fortes e famílias rezando para que seus filhos não fossem os tributos sorteados.

Reviro os olhos enquanto eles furam meu dedo, para o tal negócio da identificação. É, eu nunca tinha passado por essa situação. Exatamente quando eu completei doze anos, aconteceu a paralisia dos jogos... Uma sensação ruim me dominou, sei lá o que foi, sempre fiquei posando de machão, e agora estou levemente envergonhado comigo mesmo. Pensar que meu nome poderia sair, e eu ir para a arena onde vários carreiristas sairiam correndo atrás de mim, querendo minha morte... Não é muito agradável quando existe esta possibilidade.

Para tentar livrar estes pensamentos, sorrio e olho para as pessoas a minha volta, os mais velhos... Os mais novos... todos separados. Fiquei parado na minha posição olhando para frente onde eu vi o prefeito sentado em uma cadeira aparentemente dura. Um homem, com um visual meio maluco estava lá também, deve ser o representante do distrito 10 na capital... Ele era uma figura engraçada, porém elegante. Terno todo trabalhado em brilhos, cabelo pintado de roxo e sua voz, apesar de não estar no microfone era notável que era grossa e agradável de se ouvir, assim como os narradores de programas de TV.

O relógio bateu as doze badaladas e o prefeito, um homem alto e magro, se levantou e falou as mesmas ladainhas enjoativas de sempre, que todos os anos (exceto os últimos quatro) ele falava. O Homem da capital se apresentou ele era o cara que tiraria o nome dos tributos deste ano... Só espero que este ano, vá alguém descente.



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Re: Pós Colheita

Mensagem por Georgia Scherr Killian em Seg Mar 11, 2013 4:05 pm

Para quem achava que eu me encontrava muito preocupada, se enganou completamente ao meu respeito. Meu semblante estava vazio assim como a minha vida, entretanto eu tampouco lamentava este fato, já que eu estava prestes a traçar uma linha mais objetiva para que eu pudesse rumar ao fim da minha vida de um modo mais fácil. Ou cair nas graças da Capital, vencendo os Jogos Vorazes ─ o que era muito pouco provável. Ou a ideia mais simples e menos nojenta e repugnante que me vinha na cabeça agora; morrer. Seria tão simples, e preferia que meu assassino fizesse de modo rápido e indolor. Quero morrer, mas não sou masoquista a ponto de sentir o prazer com a dor, bando de doentes. ─ Georgia. ─ Ouço minha mãe me chamar para ir até a porta de entrada da casa. Não gosto de despedidas, e sabia que os únicos que iriam ficar sentidos com a minha provável morte na Arena ─ caso eu fosse sorteada ─ seriam meus pais. Pigarreio e olho pela última vez no espelho para meu reflexo, vendo meus cabelos loiros e medianos caírem ondulados em minhas costas e meus olhos brilharem verdes com uma intensidade imaginária por cima das minhas roupas simples, calças e botas limpas, mais a minha jaqueta jeans por cima de uma blusa de cetim branco. ─ Estou indo, mamãe. ─ Falo, saindo de meu quarto e lacrando a porta do mesmo, soltando um suspiro pesado e sorrindo de modo forçado para a minha mãe, que tinha olheiras fundas em seus olhos. Michelly Scherr Killian passara a noite em clara, e meu pai possivelmente tentava passar uma falsa confiança a todo momento, como desde a última vez que eu passei pela Colheita, à quatro anos atrás, eu tinha uns doze anos. Derick Killian, é meu pai. E eu sempre fui filha única, o que tornou a ideia de perder a única filha para os joguinhos da Capital ainda mais insuportável para meus pais. Para dizer a verdade, preferia até assim, já que eu mal conseguia suportar a ideia de que meu irmão pudesse passar pelo mesmo que eu passo todos os anos, ou pior, ter a vida finalizada por outros tributos ─ Vamos! ─ Digo com uma voz leve e descontraída.

[...]

Tínhamos que ir até a praça em mal estado como todo mundo, seguindo a rota que a maioria das família tomavam. Bem, a maioria não, na verdade eram todas as famílias mesmo que iam e vinham com os mesmos temores de um capítulo que se repete. Os pacificadores pareciam estar mais alertas hoje, evitando qualquer tipo de rebelião que pudesse vir, prontos para caçar qualquer um que tentasse fugir da Colheita. Semicerrei os olhos para eles, entre meu pai e minha mãe, soltando um bufo e arqueando as minhas sobrancelhas enquanto levava meu olhar para frente. Eu estava relaxada, ao contrário de minha mãe que se encontrava rígida ao meu lado e se recusando a me soltar, enquanto meu pai tentava manter o semblante leve e despreocupado. Entretanto estava na hora da coleta do tipo sanguíneo dos adolescentes entre doze e dezoito anos, onde eles marcariam minha digital com meu próprio sangue e me mandariam para o restante das meninas da minha idade. Olho relutantemente para meu pai, dando um abraço apertado e breve nele. Foi mais difícil fitar minha mãe, transmitindo em meu olhar para mesma que apesar de estar na Arena, irei lutar até o último minuto para me manter à salvo e voltar para ela; apesar de provavelmente ser uma mentira caso eu virasse um brinquedinho da Capital. Sorri secamente pra mesma, minhas palavras presas na garganta. ─ Eu te vejo mais tarde, mamãe. Até depois, papai. ─ Apenas digo isso e sigo para onde eu me colocaria entre uma barreira com a minha pequena família. Agora meu rosto assumiu um brilho vazio novamente, onde eu não tinha fingir mais para minha mãe que tudo ia ficar bem, e eu não podia mentir para mim mesma. Se fosse para ficar melhor, eu teria que passar um grande aperto para conseguir isso. Ou a glória, ou a morte! Qual eu ia escolher? Fiquei nesta luta contra eu e eu mesma no meu subconsciente enquanto sentia a mulher picar o meu dedo na máquina de modo hostil, como se o tanto de sangue que perdêssemos aqui não seria notório ao lado da quantidade que perderíamos na Arena. Não senti dor por conta de estar à Deriva em meus pensamentos. Faziam quatro anos que eu não passava por isso, desde a pausa dos Jogos Vorazes, e eu era novinha, não tinha consciência da grandiosidade do evento e do quantas perdas haviam. Vinte e três mortes assistidas à sangue frio pela população da Capital, todo ano. Vinte e três futuros arrancados. Vinte e três famílias sofrendo. Vinte e três vidas perdidas pela futilidade de uma presidente sanguinária.

Mas não havia raiva em mim, por incrível que pareça, já que eu almejava este momento de tal modo que era difícil acreditar. Qualquer destino que me viesse eu aceitaria de tão bom grado que eu sequer protestaria. Sorri involuntariamente com o modo que eu refletia, me sentindo uma completa idiota em relação ao resto do povo que agora estava se roendo de ansiedade para saber quem seriam os azarados adolescentes que iriam para a Arena. Funguei, olhando para um tufo de grama que estava à minha frente no meio das pedras no meio da praça, cutucando o pouco verde no meio do cinza com a pontinha de minhas botas de caçar gado. Eu não estava a fim de assistir o filme que sempre passavam, mostrando porque ocorreu a criação dos Jogos Vorazes, os Dias Cinzas ─ acho que é assim que é nomeado, se minha memória não falha muito. Nem percebi que o tempo havia passado e que duas redomas enormes cheios de papéis com nomes estavam ali na frente. Um com os nomes de meninas e um com os nomes dos meninos. Arqueei as sobrancelhas para a redoma enorme que escondia meu nome em torno de quarenta vezes para conseguir tésseras para os meus pais. Eles precisavam disso, contudo não admitiam que eu depositasse meu nome nas tésseras, por isso eu tive que fazer isso sem eles terem ideia do que eu havia feito. A bronca viria depois. A mulher da Capital, que falava no microfone anunciou que ia primeiramente sortear o nome do tributo feminino do Distrito 10. ─ Vamos, acabe logo com isso, mulher. ─ Exclamei para mim mesma, inconsciente se poderiam me ouvir ou não. Olhei para os lados a procura de algum conhecido, porém não tive tempo. As meninas prenderam a respiração ao vislumbrarem a moça de aparência estranha ler o nome do papel pequeno. Quem é? Me diz quem é.
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Re: Pós Colheita

Mensagem por Emily Lisbeth Stoker em Seg Mar 11, 2013 11:01 pm

ENCERRADA.
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Re: Pós Colheita

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